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Lapoint I Going the Extra Miles - Norway Strike Mission
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Lapoint I Going the Extra Miles - Norway Strike Mission
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Margot Rittscher: a primeira mulher surfista do Brasil
O blog da S.A.L. conta um pouco a história de Margot Rittscher, a primeira mulher surfista do Brasil. Veja como a americana quebrou tabus e mudou a história do esporte no país.
A norte americana Margot Rittscher teve um papel fundamental para a inclusão do sexo feminino no surf no Brasil.
Nascida em Nova York na década de 1910, mudou-se com sua família para Santos em 1925, quando tinha apenas 15 anos. Influenciada pelo seu irmão – também pioneiro do surf no Brasil e quem construiu a primeira prancha do país -, Thomas Rittscher, Margot se encantou pelo esporte e começou a praticá-lo regularmente.
MARGOT, AOS 21, ANDOU SOBRE AS ÁGUAS NO RIO DE JANEIRO
Margot com 21 anos e Thomas, com 19, impressionavam os banhistas que nunca tinham visto aquele esporte antes; quem assistia aquela cena achava que os irmãos estavam andando sobre as águas, ficando obcecados pela prancha ao saírem da água.
O surf para Margot era uma válvula de escape de sua exaustiva rotina como executiva de uma companhia de navegação. Ela cuidava do carregamento e da estivagem de café no Porto de Santos.
Mesmo sempre ocupada, Margot nunca abandonou o mar: quando acordava, observava seu movimento da janela do seu apartamento, no Canal 5 de Santos. Ela, que sempre levou uma vida muito ativa, nunca se casou; seu companheiro era um Fox Terrier que sempre a esperava voltar na areia! Margot continuou surfando regularmente até os anos 60 anos.
Margot foi vítima de um infarto fulminante em julho de 2012. A primeira surfista do Brasil teve suas cinzas jogadas no mar, em frente à janela do seu apartamento, como desejou.
Source: Margot Rittscher: a primeira mulher surfista do Brasil
Margot Rittscher: a primeira mulher surfista do Brasil
The BEST surf charter in the world. Four Seasons Explorer, Maldives
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The BEST surf charter in the world. Four Seasons Explorer, Maldives
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Um filme de longboard
Lançamento do filme Sambarama acontece no dia 27 de janeiro no Museu Internacional do Surf, em Cabo Frio (RJ).
O longboard clássico é uma vertente do surfe que vem sendo muito debatida e que ganha cada vez mais espaço (ou retoma o que perdeu durante os anos passados) por todo o globo.
Não poderia ser diferente nas terras tupiniquins. O país, que já teve sua bandeira hasteada com quatro títulos mundiais do Tour (Medina, Mineiro e dois de Phil Rajzman), também tem seus representantes no estilo mais plástico do surfe.
É nessa pegada que o fotógrafo Fellipe Ditadi lança seu primeiro filme de log (termo que se remete aos longboards clássicos).
Nele, Alexandre Wolthers, Caio Teixeira e Roger Barros apresentam toda a versatilidade que um longboard, com características dos anos dourados, pode proporcionar, e, de quebra, afasta a ideia de que no Brasil não há condições para prática do surfe tradicional.
Inspirado em filmes da terra do “Tio Sam” da década passada, como “The Cast, Reflection, Another State of Mind…”, Fellipe se juntou a Pedro Scansetti pra fazer um filme instigante, daqueles que você assiste antes de surfar. Apesar de suas referências, o filme tem sua própria “cara” com uma pitada de brasilidade, seja no surfe ou na trilha sonora que mistura o novo e o velho em estilos regionais variados e sempre empolgantes. Sambarama é um curta que vem pra marcar gerações do longboard.
Sua primeira apresentação não poderia ser em melhor lugar. No dia 27 de janeiro, rola o lançamento do filme no Museu Internacional do Surf, em Cabo Frio (RJ). Serão duas apresentações intercalando com visitação ao acervo do icônico Telmo Moraes, que vem criando durante anos um dos maiores centros da história mundial do surfe, o qual é aberto ao público de forma gratuita.
Para saber mais, acesse a página Sambarama no Facebook.
Endereço Praça da Cidadania – Cabo Frio (RJ)
Horários de exibição Primeira sessão: 20 horas; segunda sessão: 21:45 horas
Um filme de longboard
O Universo do Tráfico
O universo do tráfico
Livro Operation Playboy narra a história real da perseguição a uma das maiores redes de tráfico internacional que atuava no Brasil.
Foram membros dessa quadrilha que mandaram para a Indonésia, em 2004, o paranaense Rodrigo Gularte, então com 32 anos. Depois de tentar entrar no aeroporto de Jacarta com cocaína dentro de oito pranchas de surfe, ele foi condenado à pena de morte e acabou executado em 2015, ao lado dos australianos Andrew Chan e Myuran Sukumaran.
Foi conversando com Rodrigo e outros condenados à morte na prisão que Kathryn Bonella (autora de Hotel Kerobokan e Snowing in Bali) tomou conhecimento da vida luxuosa que esses traficantes levavam no Sul do Brasil. Jorge era um deles, de boa aparência, leitor de livros de filosofia, fluente em inglês e sempre vestido com roupas de grife. “O risco é como um orgasmo”, diz o traficante à autora.
Ele foi um dos responsáveis pela viagem de Gularte e confessou que tem “sangue nas mãos”, por ter mandado o paranaense ir a Bali logo após outro membro da mesma rede ter sido preso no arquipélago. “Ele ainda vive com uma grande culpa”, disse à autora ao site australiano News. “Mas isso não o impediu nem por um segundo de planejar a próxima corrida”, acrescenta Bonella.
Segundo a jornalista, os brasileiros são traficantes ideais, pois são viajantes interessantes. “Pessoas dos países mais pobres da América do Sul, produtores de cocaína, provocam mais suspeitas nos aeroportos.”
“Eu acho que qualquer um pode entender por que eles fazem isso, a riqueza por si só… Eles gastam US$ 5 mil para transportar um quilo de droga e podem fazer um quarto de milhão de dólares australianos com isso”, diz Bonella. “Isso lhes dá um estilo de vida que as pessoas invejam, pulando de voo em voo na primeira classe, vivendo uma vida de luxo com carros importados, mulheres, entre outras coisas”.
Mas o que Bonella não consegue entender é por que alguém correria o risco de traficar para a Indonésia, onde o crime pode levar à pena de morte. “É como jogar roleta russa com um esquadrão de tiro. É difícil entender essa aposta”.
O livro também conta como foi a caçada internacional para levar esses traficantes à justiça. A Operação Playboy real de 2005 foi comandada pelo delegado brasileiro Fernando Caieron, um dos personagens do livro.
Operation Playboy foi publicado pela editora Pan Macmillan Australia e ainda não está disponível em português.
O Universo do Tráfico
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
12 Must-Surf Waves in Morocco
From the Sahara dunes to the cultural bazaars, Morocco is one of the best places to visit no matter your interests.
In Arabic, Morocco is called al-Magrib al-Aqsa, which simply means “the extreme west.” It has many beautiful spots for sight-seeing and vacations. In 2016, more than 10 million people visited Morocco. From the Sahara dunes to the cultural bazaars, Morocco is one of the best places to visit no matter your interests.
But the most beloved activity is, without a doubt, surfing. The Taghazout area is particularly famous for its spots that welcome surfers from all over the world. Your best bet to score here is between October and April, with plenty of waves and favorable winds. So with that, here are 12 of Morocco’s best waves:
ANCHOR POINT:
This is an incredible surf spot with clean and consistent tides. It is a must visit place for everyone who loves to surf.
MYSTERIES:
Mysteries is a world-famous spot situated only a 100 meters away from Anchor Point. The takeoff zone sits over the reef on various tides, making this a pretty exciting place to surf.
HASH POINT:
Another wave located near the Anchor point. It gets its name from the belief that people living near this beach smoke too much hash and thus have no energy left to make the rest of the trek up to Anchor Point. It has a faster break point with medium to large swells, but it can be a wonderful spot to just sit and relax as well.
BOILERS:
This spot gets its name from a nearby shipwreck. You can see the boiler of a boat in the beginning of the wave, making it one of the most critical waves. If you’re a pro in search of an adrenaline rush, this is the place for you, with perfect, head high waves that can run as long as 400 meters.
DEVIL’S ROCK:
This is one of the most visited spots because it is close to the village near Banana Point Break. It is a perfect spot for you if you’re learning to surf with its diverse waves, even if the name does make it sound scary.
BANANA BEACH:
Banana Beach is present that just happens to be sitting right next to Devil’s Rock and a convenient location near Aourir Village. As for the waves, they’re suitable for both intermediate and experienced surfers.
ESSAOUIRA BEACH:
This is the beach to go to if you’re just starting out. It has a soft sand bottom with light wind blowing in from the north. It is protected by Isle de Mogador and works on various swell sizes.
SAFI BEACH:
Safi Beach is located in Essaouira, with two distinct spots for surfing. Both are some of the more challenging waves in the area.
THE CATHEDRAL in Imsouane:
This spot has several peaks on the left and right that work best at around head high.
TAMRI:
Tamri is one of the most consistent surf spots and one of the most popular during the summer months, meaning both the locals and the tourists make a point to enjoy this one.
KILLERS POINT:
Killers Point is another consistent beach break. It can be difficult paddling here because of the length of the wave, but it is a wonderful place to spend a day chasing an adrenaline rush.
LA SOURCE:
This is another wave that is pretty great for beginning surfers. It’s also home to surf camps and surf schools in the area, so it’s pretty ideal for visitors looking for a lesson.
Note: You can learn more from the author at Original Surf Morocco
Source: 12 Must-Surf Waves in Morocco
12 Must-Surf Waves in Morocco
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