segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Dram Time

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Dram Time

Chloé rumo ao título

Atual líder do ranking, Chloé Calmon brilha na abertura da última etapa do Mundial de Longboard, em Taiwan.

A carioca Chloé Calmon começou muito bem a defender a liderança do ranking na etapa que vai decidir os títulos mundiais de Longboard da World Surf League na Ilha Taiwan. Ela estreou fazendo as marcas a serem batidas – nota 9,57 e 17,90 pontos de 20 possíveis – na terceira bateria do domingo de boas ondas de 3 a 4 pés em Jinzun Harbour.

A categoria masculina foi iniciada após a feminina, com mais cinco sul-americanos vencendo suas baterias e passando direto para a terceira fase, os brasileiros Phil Rajzman, Jefson Silva, Jeferson Silva e os peruanos Piccolo Clemente e Lucas Garrido Lecca.

Entre as meninas, das três participantes da América do Sul no Taiwan World Longboard Championship, apenas a número 1 do ranking, Chloé Calmon, começou com vitória. Ela ganhou a primeira das duas etapas em Papua Nova Guiné e busca um inédito título mundial feminino nos pranchões para o Brasil.

Com um incrível retrospecto de 27 pódios em todos os campeonatos que disputou desde 2014, a carioca é grande favorita ao troféu de campeã da World Surf League esse ano. E mostrou isso em sua estreia no domingo, não dando chances para a japonesa Natsumi Taoka e uma das participantes da Ilha Taiwan, Hsiang Yun Shih.

“Este lugar é incrível e nos recebeu com ótimas ondas mais uma vez”, disse Chloé Calmon. “Eu consegui manter um bom ritmo na bateria e ganhar uma nota alta no início é sempre bom, pois você pode ficar um pouco mais relaxada dentro d´água. Em Papua Nova Guiné, eu perdi na primeira fase e tive que disputar uma rodada extra, então avançar direto para a terceira fase aqui foi realmente muito bom”.


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Com um incrível retrospecto de 27 pódios em todos os campeonatos que disputou desde 2014, a carioca é grande favorita ao troféu de campeã. Foto: © WSL / Tim Hain.


Diferente de Chloé Calmon, as outras duas sul-americanas terão que passar pela repescagem, que deve ser realizada nesta segunda-feira. A primeira chamada do dia será às 7h00 na Ilha Taiwan, 21h00 do domingo no horário de verão do Brasil. A peruana Maria Fernanda Reyes perdeu a bateria que inaugurou o Taiwan World Longboard Championship para a francesa Alice Lemoigne e também vai abrir a segunda fase, contra a australiana Nava Young.

Já a tricampeã sul-americana Atalanta Batista, ficou igualmente em terceiro lugar na última bateria feminina do domingo contra duas campeãs mundiais. A de 2015, Rachael Tilly, dos Estados Unidos, ganhou a última vaga direta para a terceira fase e a de 2014, Chelsea Williams, da Austrália, ficou em segundo lugar.  A pernambucana também vai fechar a repescagem, tentando aproveitar a segunda chance de classificação contra a japonesa Natsumi Taoka, uma das vítimas da ótima apresentação de Chloé Calmon no domingo em Taiwan.

Categoria Masculina – A categoria masculina foi iniciada logo após o encerramento da primeira fase feminina, com o francês Edouard Delpero já aumentando os recordes da carioca para nota 9,60 e 17,97 pontos, marcas que ninguém conseguiu ultrapassar no restante do dia.

O bicampeão mundial Piccolo Clemente entrou na segunda bateria e a nota 6,5 da sua primeira onda decidiu a vitória apertada, por 10,90 a 10,87 pontos sobre Shohei Akimoto, com outro japonês ficando em terceiro lugar com 7,60, Satoshi Horii.

Depois disso, aconteceram três vitórias brasileiras seguidas na oitava, nona e décima baterias. A série começou com o paulista Jefson Silva batendo o norte-americano Cole Robbins e o havaiano Ned Snow por 13,30 a 12,90 pontos, que seus dois oponentes totalizaram.


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Edouard Delpero inaugura a categoria masculina com vitória. Foto: © WSL / Tim Hain.


O atual campeão mundial, Phil Rajzman, dominou o confronto seguinte com os australianos Jack Entwistle e Jared Neal, até confirmar a vitória por 14,33 pontos com a nota 7,50 da sua última onda. E outro competidor do Rio de Janeiro, Jeferson Silva, superou o sul-africano Steven Sawyer e o francês Aurelien Meynieux, da Ilha Reunião, por 13,37 pontos.

Na disputa seguinte, dois sul-americanos estrearam na mesma 11.a bateria e o peruano Lucas Garrido Lecca avançou direto para a terceira fase com as notas 6,33 e 7,07 das suas primeiras ondas. O brasileiro Rodrigo Sphaier ainda conseguiu a maior nota – 7,57 – e acabou somando um 3,80 por não ter achado outra onda boa para surfar. O sul-africano Matthew Moir ficou em último e ambos terão que encarar a primeira repescagem do campeonato.

Repescagem – Além de Rodrigo Sphaier, outro brasileiro perdeu em sua estreia no Taiwan World Longboard Championship, Bage Brayner, por uma pequena diferença de 12,93 a 12,40 pontos para o havaiano Kai Sallas. O primeiro a tentar se recuperar da derrota na primeira fase é Rodrigo Sphaier, escalado na quinta bateria da segunda fase com o japonês Satoshi Horii. Já Bage Brayner vai disputar a última vaga para a terceira fase com o australiano Nic Jones.

O Taiwan World Longboard Championship está sendo transmitido ao vivo pelo Worldsurfleague.com e a primeira chamada para a continuação da decisão dos títulos mundiais de Longboard da World Surf League na segunda-feira será às 7h00, 21h00 do sábado no horário de verão do Brasil.


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Piccolo Clemente também faz bonito em Taiwan. Foto: © WSL / Tim Hain.


Resultados do domingo

Primeira fase feminina

1.a: 1-Alice Lemoigne (FRA)=13.40, 2-Lindsay Steinriede (EUA)=10.90, 3-Maria Fernanda Reyes (PER)=9.23
2.a: 1-Kaitlin Maguire (EUA)=11.94, 2-Kathryn Hughes (AUS)=9.87, 3-Tory Gilkerson (EUA)=8.73
3.a: 1-Chloé Calmon (BRA)=17.90, 2-Natsumi Taoka (JPN)=12.10, 3-Hsiang Yun Shih (TPE)=4.23
4.a: 1-Crystal Walsh (HAV)=16.00, 2-Nava Young (AUS)=9.77, 3-Niu Chen-Lin (TPE)=5.30
5.a: 1-Honolua Blomfield (HAV)=15.06, 2-Justine Mauvin (REU)=9.50, 3-Soleil Errico (EUA)=9.17
6.a: 1-Rachael Tilly (EUA)=15.33, 2-Chelsea Williams (AUS)=13.13, 3-Atalanta Batista (BRA)=9.74

Primeira fase masculina

1.a: 1-Edouard Delpero (FRA)=17.97, 2-Emilien Fleury (FRA)=12.67, 3-Andre Derizans (HAV)=4.60
2.a: 1-Piccolo Clemente (PER)=10.90, 2-Shohei Akimoto (JPN)=10.87, 3-Satoshi Horii (JPN)=7.60
3.a: 1-Adam Griffiths (ING)=14.23, 2-Nic Jones (AUS)=12.27, 3-Anthony Spencer (AUS)=8.17
4.a: 1-Kaniela Stewart (HAV)=11.07, 2-Antoine Delpero (FRA)=10.50, 3-Tung-Ming Chen (TPE)=7.24
5.a: 1-Kai Sallas (HAV)=12.93, 2-Bage Brayner (BRA)=12.40, 3-Pan Hai Hsin (TPE)=8.70
6.a: 1-Taylor Jensen (EUA)=16.84, 2-Dane Pioli (AUS)=10.17, 3-Chung Hua Cheng (TPE)=8.70
7.a: 1-Kevin Skvarna (EUA)=14.43, 2-Harley Ingleby (AUS)=14.00, 3-Duane Desoto (HAV)=0.00
8.a: 1-Jefson Silva (BRA)=13.30, 2-Cole Robbins (EUA)=12.90, 3-Ned Snow (HAV)=12.90
9.a: 1-Phil Rajzman (BRA)=14.33, 2-Jack Entwistle (AUS)=10.34, 3-Jared Neal (AUS)=9.64
10: 1-Jeferson Silva (BRA)=13.37, 2-Steven Sawyer (AFR)=12.90, 3-Aurelien Meynieux (REU)=10.47
11: 1-Lucas Garrido Lecca (PER)=13.40, 2-Rodrigo Sphaier (BRA)=11.37, 3-Matthew Moir (AFR)=10.83
12: 1-Tony Silvagni (EUA)=14.73, 2-Ben Skinner (ING)=12.00, 3-David Arganda (EUA)=11.70

Próximas baterias

Segunda fase feminina

1.a: Nava Young (AUS) x Maria Fernanda Reyes (PER)
2.a: Justine Mauvin (REU) x Kathryn Hughes (AUS)
3.a: Chelsea Williams (AUS) x Hsiang Yun Shih (TPE)
4.a: Lindsay Steiriede (EUA) x Niu Chen-Lin (TPE)
5.a: Tory Gilkerson (EUA) x Soleil Errico (EUA)
6.a: Natsumi Taoka (JPN) x Atalanta Batista (BRA)

Segunda fase masculina

1.a: Antoine Delpero (FRA) x Chung Hua Cheng (TPE)
2.a: Harley Ingleby (AUS) x Pan Hai Hsin (TPE)
3.a: Cole Robbins (EUA) x Tung-Ming Chen (TPE)
4.a: Steven Sawyer (AFR) x Anthony Spencer (AUS)
5.a: Rodrigo Sphaier (BRA) x Satoshi Horiii (JPN)
6.a: Ben Skinner (ING) x Andre Derizans (HAV)
7.a: Matthew Moir (AFR) x Duane Desoto (HAV)
8.a: Jared Neal (AUS) x Jack Entwistle (AUS)
9.a: Ned Snow (HAV) x Aurelien Meynieux (REU)
10: Emilien Fleury (FRA) x David Arganda (EUA)
11: Shohei Akimoto (JPN) x Dane Pioli (AUS)
12: Nic Jones (AUS) x Bage Brayner (BRA)

Source: Chloé rumo ao título
Chloé rumo ao título

sábado, 25 de novembro de 2017

Tati"s Sanctuary

 

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Tati"s Sanctuary

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

OTRO PLANETA - Cabo Blanco desde el agua x Enrique Rodriguez

 

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OTRO PLANETA - Cabo Blanco desde el agua x Enrique Rodriguez

Pranchas conectadas

Edinho Leite fala sobre o leash, a ligação entre surfista e prancha que modificou o esporte.




Um pouco de história... O famoso Jack O’Neill, criador das roupas de borracha, teve sua imagem facilmente reconhecida por seu tapa olho e a longa barba ao estilo pirata. A invenção que modificou a história do surfe tem tudo a ver com isso.

Pat O’Neill, filho de Jack, havia criado o leash, em 1970. No ano seguinte, Jack perdeu a visão de um olho, num incidente com um protótipo de leash que estilingou sua prancha de volta, em sua direção. Ela o atingiu bem no olho.

O irônico é que ele estava testando a invenção do filho pela primeira vez. A princípio a “cordinha” era presa ao bico da prancha e atada à mão. Depois foi lá para a rabeta e ligou-se ao pé do surfista. O leash tornou-se um equipamento indispensável no desenvolvimento do surfe moderno.

Aqui no Brasil, nos anos 70, a galera fabricava cordinhas com fio de nylon dentro de um tubo elástico (maior do que o fio de nylon) e prendia esse estilingue num furo feito na quilha fixa de suas monoquilhas. Com o tempo, os leashes importados surgiram aqui e ali e a indústria tupiniquim começou a desenvolver seus próprios produtos, chegando à solução do tubo de uretano, “distorcedores” e velcro na pezeira.

Duvido que tanta gente surfasse hoje se não houvesse o leash e a conexão que ele criou entre pranchas e surfistas. O equipamento deu mais segurança aos iniciantes, que já não precisavam ser ótimos nadadores. Depois do leash, banhistas já não viam surfistas como malucos que jogavam aquelas coisas pontudas, com uma foice na parte de baixo, contra eles.

De repente, quem já surfava bem pôde pegar ondas na frente de costões de pedra ou picos muito de outside sem o medo de perder sua prancha ou a vida. As manobras podiam ser tentadas mais vezes, sem a necessidade de ter que nadar até a praia cada vez que davam errado. O risco foi minimizado, o único medo agora era a risada dos amigos. Resumindo, o leash impulsionou o esporte.

Há um lado esquisito nisso tudo, como o fato de alguns surfistas não saberem realmente nadar, ou haver gente sem habilidade suficiente se jogando em ondas onde não deveriam se arriscar, mas, no geral, o leash criou muitos benefícios.

Em ondas pequenas, em picos sem crowd, é legal fazer um surf “wireless”, se você se garante na natação e/ou bodysurf. Longboarders, especialmente os mais clássicos, preferem o surfe “wireless”. A sensação de liberdade nas ondas é ainda maior. Mas esse equipamento merece nossos agradecimentos, investimento e cuidados.


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Os primeiros modelos de leash, criados por Pat O’Neill, eram presos no bico da prancha e conectados ao pulso do surfista. Foto: Reprodução.


 


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Existem leashes de 4 a 12 pés de comprimento, ou mais. Tudo depende do equipamento com o qual você vai surfar e em que tipo de ondas. Foto: Reprodução.




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O ralinho, como muitos chamam o artefato onde hoje prendemos nossas cordinhas, só surgiu anos depois da invenção do leash. Antes furava-se a quilha para prender o nylon do leash. Foto: Reprodução.


 


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Os leashes podem variar de 4,5mm a 8mm de espessura, normalmente. Os mais finos são feitos para competição e ondas pequenas. Há leashes com dimensões ainda maiores quando o surfe rola em picos como Jaws, por exemplo. Foto: Reprodução.


 


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Para equipamentos como bodyboard ou SUP, existem leashes moldados em forma de mola. Foto: Reprodução.


 


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Há uma ótima diversidade de modelos, com um ou dois giradores, ocos para que o leash flutue e não enrosque numa bancada de corais rasa e outros detalhes. O ideal é ter sempre um leash para cada tipo de onda e prancha. Foto: Reprodução.




Source: Pranchas conectadas
Pranchas conectadas

SURFING ICELAND

 

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SURFING ICELAND

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Biruzera Longboard Classic 2017

 

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Biruzera Longboard Classic 2017